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Empresa ligada a Paula Belmonte é alvo de ação judicial por dívida superior a R$ 3 milhões

Empresa ligada a Paula Belmonte é alvo de ação judicial por dívida superior a R$ 3 milhões Uma empresa da qual a deputada distrital e candid…

Empresa ligada a Paula Belmonte é alvo de ação judicial por dívida superior a R$ 3 milhões
Uma empresa da qual a deputada distrital e candidata ao Governo do Distrito Federal, Paula Belmonte (PSDB), é sócia figura como alvo de uma ação de cobrança na Justiça do Distrito Federal. 

O processo trata de uma dívida que, segundo os autos, já supera R$ 3 milhões em valores atualizados.
De acordo com a ação judicial, a empresa Alvoran Investimento, Participações e Administração firmou, em junho de 2022, um contrato para a compra de uma gráfica pelo valor de R$ 1,7 milhão. O vendedor afirma que recebeu apenas R$ 200 mil referentes ao pagamento do sinal e que as cinco parcelas restantes previstas no contrato não foram quitadas.
Diante do suposto descumprimento contratual, o antigo proprietário da gráfica ingressou com uma ação de cobrança contra a Alvoran. Entre os sócios da empresa está a deputada Paula Belmonte, enquanto o advogado Luís Felipe Belmonte, marido da parlamentar, atua como sócio-administrador.
Em nota, a assessoria de Paula Belmonte afirmou que a operação foi conduzida exclusivamente por Luís Felipe Belmonte por meio da Alvoran Investimento, Participações e Administração Ltda. Segundo a defesa, a deputada possui participação minoritária de apenas 7% na empresa e não teve atuação na condução do negócio.
Ainda de acordo com a manifestação da assessoria, durante o processo de aquisição foi identificado um passivo oculto que, segundo a empresa, não havia sido informado pelo vendedor. 

Em razão disso, houve perda de interesse na continuidade da compra.
A nota sustenta que o próprio contrato previa a possibilidade de desfazimento do negócio caso o pagamento das parcelas remanescentes não fosse realizado até a data estipulada. Nessa hipótese, a gráfica retornaria ao vendedor, que ficaria com os valores pagos a título de multa.
“A empresa de Luís Felipe Belmonte optou por essa possibilidade prevista contratualmente e, desde então, a gráfica permaneceu sob posse e administração do vendedor”, informou a assessoria.
O caso segue em tramitação na Justiça do Distrito Federal, que deverá analisar os argumentos apresentados pelas partes para decidir sobre a cobrança dos valores discutidos no processo.

Da Redação 

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