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BUSCA E APREENSÃO NA SEDE DA ASSOCIAÇÃO MÃES GUERREIRAS GERA INDIGNAÇÃO NA CIDADE ESTRUTURAL

BUSCA E APREENSÃO NA SEDE DA ASSOCIAÇÃO MÃES GUERREIRAS GERA INDIGNAÇÃO NA CIDADE ESTRUTURAL Na manhã desta quarta-feira, 28 de outubro de 2…

BUSCA E APREENSÃO NA SEDE DA ASSOCIAÇÃO MÃES GUERREIRAS GERA INDIGNAÇÃO NA CIDADE ESTRUTURAL

Na manhã desta quarta-feira, 28 de outubro de 2026, a sede da Associação Mães Guerreiras, localizada na Vila Santa Luzia, na Cidade Estrutural, foi alvo de uma ação de busca e apreensão.
A presidente da instituição, Maria Guerra, conhecida popularmente como Maria Guerreira, foi informada sobre o ocorrido e se dirigiu ao local para buscar esclarecimentos junto à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).
Segundo o relato apresentado, Maria questionou os policiais sobre os motivos da operação, mas afirmou não ter recebido respostas satisfatórias. A presidente demonstrou indignação com a situação, especialmente diante dos impactos que o ocorrido poderia causar à associação e às pessoas atendidas pela instituição.
Conforme informações preliminares, a ação estaria relacionada a uma denúncia envolvendo o pastor Eliseu, apontado como líder comunitário na região e supostamente investigado por questões relacionadas à grilagem de terras na Cidade Estrutural. Até o momento, não há, neste relato, informações oficiais que confirmem os detalhes da investigação ou esclareçam a relação entre a denúncia e a associação.
O episódio provocou indignação na presidente e preocupação entre os usuários dos serviços oferecidos pela instituição.
Ainda nesta quarta-feira, Maria Guerreira gravou um vídeo relatando o ocorrido e compareceu à 8ª Delegacia de Polícia, na Estrutural, para buscar esclarecimentos sobre a ação policial.
A reportagem permanece aberta para manifestação da Polícia Civil do Distrito Federal, da presidência da Associação Mães Guerreiras e das demais pessoas citadas, a fim de esclarecer os fatos.

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