Equipes especializadas realizarão manejo do fogo em unidades de conservação do DF
Equipes especializadas realizarão manejo do fogo em unidades de conservação do DF Ação do Brasília Ambiental acontece nos meses de maio e ju…
Equipes especializadas realizarão manejo do fogo em unidades de conservação do DF
Ação do Brasília Ambiental acontece nos meses de maio e junho com objetivo de reduzir riscos de grandes incêndios durante a estiagem
O Instituto Brasília Ambiental promove, em maio e junho, a queima prescrita em 13 unidades de conservação distritais sob a sua gestão. A ideia é reduzir a biomassa (matéria orgânica) acumulada e, assim, minimizar os riscos de um eventual incêndio florestal de grandes proporções.
As primeiras a receberem o atendimento, a partir desta segunda-feira (4), serão o Parque Ecológico do Tororó, com o aceiro mecânico de 10,2 quilômetros, e a Estação Ecológica Águas Emendadas (Esecae), localizada na Região Administrativa de Planaltina, com a queima prescrita em uma área demarcada de 102,47 hectares (equivalente a 0,9% da área total da Esecae que possui mais de 10 mil hectares).
A iniciativa faz parte do Plano Estratégico de Prevenção aos Incêndios Florestais de 2026 e será comandada pela Diretoria de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais do Instituto (Dpcif). A execução técnica será prestada pelos combatentes da autarquia.
Conforme explica o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, o manejo com fogo é um instrumento de proteção prévio ao período de seca, momento no qual há mais umidade na superfície e as equipes conseguem controlar a queima somente de espécies não pertencentes ao bioma Cerrado.
“O intuito é diminuir a quantidade de capins exóticos e brachiarias (forrageira de origem africana) para que no período de estiagem, não haja tanto material combustível. Em um incêndio florestal, elas provocam queimas com temperaturas mais altas, labaredas muito maiores, e por um período mais prolongado, comprometendo o bioma”, esclarece o gestor do Brasília Ambiental.
As áreas alvo das ações funcionam, ainda, como uma faixa de proteção das áreas sensíveis das unidades de conservação, a exemplo, na Esecae, da vereda e das matas, com espécies nativas da flora do Cerrado.
*Com informações do Instituto Brasília Ambiental


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