Arruda se declara pré-candidato ao GDF e rebate adversários: “aceita que dói menos”

Arruda se declara pré-candidato ao GDF e rebate adversários: “aceita que dói menos”

O ex-governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (PSD), afirmou que é pré-candidato ao Governo do DF nas próximas eleições e minimizou os efeitos de uma decisão recente da Justiça que manteve sua condenação por improbidade administrativa.

Segundo Arruda, o Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios negou recurso no último dia 20, mas isso não compromete sua elegibilidade. De acordo com o ex-governador, o prazo de oito anos de inelegibilidade começou a contar a partir da decisão em segunda instância, em 2014, e já teria sido cumprido. “Claro que nós vamos entrar com recurso, mas isso não mexe na minha elegibilidade. A candidatura está firme: Eu digo para os adversários ‘aceita que dói menos’”.

Arruda foi enfático ao assumir a intenção de disputar o Palácio do Buriti. “Eu sou pré-candidato ao governo de Brasília, e se Deus permitir que eu volte ao governo de Brasília, eu quero governar Brasília de mãos dadas com as cidades do Entorno e não como é hoje, de costas para as cidades”.

Arruda também destacou a proximidade política com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), e mencionou um encontro recente em Goiânia. “Ontem eu almocei com o governador Caiado em Goiânia. Estamos bem alinhados e vamos trabalhar juntos. Espero que ele seja o candidato à presidente, mas isso está nas mãos de Deus.”

O ex-governador ainda citou a parceria com o secretário do Entorno, Pábio Mossoró, que o acompanhava em agenda em Valparaíso de Goiás. “Eu estou muito feliz com o Pábio Mossoró, com toda a Câmara de Vereadores para trabalhar pela região. Brasília tem que ser governada de mãos dadas com o Entorno, não pode separar, temos sim que trabalhar juntos”, completou.

Entenda o caso

O Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios negou agravo interno apresentado por Arruda e manteve condenação por improbidade administrativa. Na ação, o ex-governador foi acusado de receber propina das empresas de informática Vertax e acabou condenado. Ele nega as acusações.

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