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Nova pesquisa Quaest ouve 2.004 eleitores e será divulgada nesta segunda-feira (14)

Uma nova rodada da pesquisa Quaest sobre a disputa pela Presidência da República será divulgada nesta segunda-feira (14), trazendo um panora…

Uma nova rodada da pesquisa Quaest sobre a disputa pela Presidência da República será divulgada nesta segunda-feira (14), trazendo um panorama atualizado da corrida eleitoral a menos de três semanas do primeiro turno das eleições de 2026.
O levantamento, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03607/2026 e contratado pela TV Globo, ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 10 e 13 de setembro, por meio de entrevistas presenciais realizadas nos domicílios dos participantes. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança.
Além das intenções de voto para a Presidência da República, a pesquisa também avalia a percepção dos brasileiros sobre instituições e o cenário político nacional, em um momento considerado decisivo para a reta final da campanha eleitoral.
Cenário acirrado
Os levantamentos mais recentes da Quaest apontam uma disputa concentrada entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Na pesquisa divulgada em 7 de setembro, Lula aparecia com 36% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro registrava 29%. 

Na sequência estavam Augusto Cury (Avante), com 8%, Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 3%, além de Romeu Zema (Novo), com 2%.
Já no levantamento publicado em 2 de setembro, Lula tinha 37% das intenções de voto, contra 30% de Flávio Bolsonaro. No cenário de segundo turno, a diferença entre os dois candidatos era de apenas um ponto percentual, com 42% para Lula e 41% para Flávio, configurando empate técnico dentro da margem de erro.
Expectativa
A expectativa é que a nova pesquisa indique se houve mudanças no comportamento do eleitorado durante a reta final da campanha e se a disputa entre os principais candidatos continua acirrada. Os números poderão influenciar as estratégias das campanhas nas últimas semanas antes da votação marcada para 4 de outubro.
O resultado da pesquisa será acompanhado de perto por partidos, candidatos e analistas políticos, por representar um dos principais termômetros da corrida presidencial neste momento decisivo do calendário eleitoral.

Da Redação 

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